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02 maio 2012

Escola Caminho do Meio

Pedagogia Budista educa para a felicidade, cultura de paz e relações positivas






Participe!

Algumas pessoas participam dessa mandala diretamente, com trabalho e idéias. Outros buscam focar a visão de educação da escola desenvolvendo capacidades para, no futuro, replicar essa experiência de educação em outras regiões. Para a maioria de nós, uma forma simples e direta de fortalecer esse movimento é através de contribuições financeiras regulares.
A regularidade do apoio à escola é fundamental para o desenvolvimento, estabilidade e aprofundamento de suas bases. Se você se sente motivado a participar da mandala de sustentação, clique no botão “Doar” do pagseguro e cadastre-se “Aqui” . Ou escreva para nós contribua@cebb.org.br 
A Mandala da Escola agradece sua participação.

link da pesquida: http://www.mandalaescola.org/participe

26 maio 2010

APRENDENDO A MEDITAR COM LAMA MICHEL


LINK com outros vídeoshttp://www.youtube.com/user/CentrodeDharma

Seis Sílabas pela Paz


.
Senhor imaculado de corpo branco,
Cuja cabeça está ornada por um Buddha perfeito.
E que olha todos os seres com os olhos da compaixão,
A vós, Tchenrezi, rendo homenagem.
Em março de 2008, esbarrei com um material sobre o Jizo Bosatsu na Internet ao mesmo tempo em que a TV ligada noticiava a morte de várias crianças pela dengue e de Isabela Nardoni, que aconteceu um dia antes.  De forma despretensiosa, adicionei o mantra de Jizo na lateral do antigo Zephyrus acompanhado da imagem de sua sílaba-raiz, Ka, pois, no Japão, Jizo assumiu a forma de um protetor das crianças.
Não tenho um número de acessos estrondoso, mas pensei que se no mínimo  200 pessoas diariamente pudessem ler aquela dedicação, alguma coisa estaria acontecendo de bom.
O tempo passou e as notícias mudaram, mas nem tanto. No momento em que esta página é atualizada para o novo Zephyrus, temos uma relação enorme de tragédias associadas à violência acontecendo no Brasil e em outros países.
Tchenrezi (Avalokiteshvara na Índia, Kwan Yin ou Kannon no Japão) foi a minha porta de retorno ao Budismo. Ele é a corporificação da compaixão de todos os Buddhas Bodhisattvas. Quando meditamos em Tchenrezi e entoamos o seu mantra, aumenta em cada ser humano todos os atributos associados ao amor-compassivo e à bondade-amorosa. Quando emulamos suas qualidades, passamos a olhar para nós mesmos e para o próximo de outra forma; as situações do cotidiano também mudam.
Pessoas de diferentes tradições conhecem o mantra OM MANI PEME HUNG (OM MANI PADME HUM, em sânscrito). Estou iniciando uma campanha que pede o engajamento de todos que estiverem interessados em mudar este padrão de falência do ser humano através da oração.
OM MANI PEME HUNG
Repita o mantra várias vezes durante o dia. Faça um japamala, um rosário, entoe enquanto estiver no carro ou tomando banho. Entoe todas as vezes que se lembrar. Há diversas formas de cantarolar OM MANI PEME HUNG para tornar a experiência mais agradável. Faça com consciência e coloque sempre como intenção:
Que todos os seres tenham felicidade e as causas da felicidade;
Que eles se libertem do sofrimento e das causas do sofrimento;
Que eles não se separem da felicidade suprema, isenta de sofrimento;
Que permaneçam em equanimidade incomensurável, livres de apego ou aversão pelos que são próximos ou distantes.
– Dudjom Jigdraw Yeshe Dorje
retirado da sadana “O Excelente Vaso de Safira”
A imagem que abre este post dá acesso a um papel de parede idêntico. A imagem a seguir é o mantra OM MANI PEME HUNG da forma que é grafado em tibetano. Para ouvir diferentes versões no YouTube, siga o link.
Possam todos os seres se beneficiar!


Leia mais: http://zephyrus.blog.br/projeto-z/seis-silabas-pela-paz/#ixzz0p5ClFaeZ

05 maio 2010

JAPAMALAS OU MALAS ....


japamalas para meditar


Como passei os últimos dias confeccionando Japamalas, senti vontade de escrever sobre esse especial elemento da cultura Hindu-budista:

No Hinduísmo e no Budismo, o Japamala é o elemento para a contagem dos mantras.
Japamala significa cordão de contar. 
Com ele a repetição de mantras tornam-se mais suaves e sem interrupções. A preocupação com a contagem fica em nossas mãos: as tradicionais 108 contas giram em torno de uma conta maior, o meru, o representante da divindade evocada.
Além de aumentar o poder de concentração na oração, o Japamala representa o ideal cabalístico com as 108 repetições. A soma de 108 (1 + 0 + 8 = 9) dá o número nove, sagrado para os hindus. 
O número 108 é repleto de significações. O alfabeto sânscrito é constituído de 54 letras ou fonemas masculinos e 54 femininos, somando um total de 108 fonemas. Na astronomia, o diâmetro do Sol é aproximadamente 108 vezes o tamanho da Terra.

Na meditação com o Japamala é possível trazer calma, distanciamento do mundo exterior, maior concentração. Além disso, agregamos energia espiritual nele, o que o torna um objeto sagrado que protege ao usa-lo.
Muitos adeptos utilizam o cordão no pescoço, pois nele já está contida a energia da devoção depositada.

Existem vários mantras para entoar ou mentalizar com o Japamala.
A meditação com o mantra universal OM é o mais convencional, pois com ele controlamos o nível e a velocidade do som, percebendo as vibrações da mente.
Mantras maiores também podem ser entoados. Frases com pensamentos positivos de amor e paz também podem ser usadas.

Os malas clássicos são feitos de concha, pérola, rodhra, cristal, rudraksha, tulsi, rubis, ouro, sementes de lótus, ou pedras semi-preciosas.

LINK:http://sohamsoham.blogspot.com/2009_06_01_archive.html

Fotografia: Bruno Jones 

28 março 2010

LAMA MICHEL RINPOCHE ...

Depois de passar mais uma temporada de 3 meses estudando no Monastério de Tashi Lhunpo no Tibet, Lama Michel Tulku Rinpoche vem compartilhar sua experiência e sabedoria com o público brasileiro.

Lama Michel visitará vários centros e grupos em São Paulo e outras cidades, onde dará palestras e ensinamentos como de astrologia tibetana, filosofia budista, além da já consagrada cerimônia de cura de Tara Tchitamani. Uma oportunidade imperdível de estarmos em contato direto com o milenar conhecimento da Terra das Neves, e sua aplicação prática em todos os aspectos do nosso cotidiano.



No budismo as raízes são importantes e se manifestam através da linhagem - uma transmissão ininterrupta de conhecimento, sentimentos, benções e realizações - de mestre a discípulo, de pai para filho.

A linhagem cria um vínculo interior muito forte entre as pessoas que fazem parte da mesma família espiritual. Seguindo juntos o mesmo caminho muitas vezes sem se conhecer ou nunca ter se visto, mas sendo filhos e filhas da mesma família, da mesma linhagem.

O documentário “Linhagem, uma Herança Espiritual” irá contar a história da linhagem de Ganden Nyenguiu - a linhagem sussurrada de Ganden - começando com Buddha Shakyamuni, passando pelos principais mestres da história do budismo até chegar nos mestres tibetanos contemporâneos que trouxeram o budismo para o Ocidente.

“Herança Espiritual” tem como objetivo mostrar como uma tradição se transmitiu através de uma linhagem ininterrupta, e como essa tradição é viva hoje no mundo - como as mesmas práticas espirituais que são realizadas em monastérios em regiões remotas do Tibete fazem parte da vida quotidiana de milhares de pessoas no Ocidente.

Lineage : a spiritual heritage - trailer em português from Lama Michel on Vimeo.

link: http://www.centrodedharma.com.br/index.php

15 fevereiro 2010

COMO MEDITAR ....



“Certa vez, quando o Grande Mestre Hung-Tao de Yueh-Shan
estava sentado (em meditação), perguntou-lhe um monge:

O que você está pensando, (sentado aí) tão fixamente ?
O mestre respondeu: Estou pensando no não-pensar.
O monge perguntou: Como você pensar no não-pensar ?
O mestre respondeu: Não-pensando”.

"Meditar ajuda a despertar nossa natureza mais essencial, que é amorosa e iluminada”, afirma com convicção.
Existem vários tipos: de olhos abertos ou fechados, no claro ou no escuro, em posição sentada ou até caminhando. Elas podem incluir mantras (palavras sagradas), mudras (gestos sagrados) e visualizações.
Mas, na tradição Shambhala, começa-se com uma técnica básica, chamada de shâmatha (que significa “apoiando-se na calma”, em sânscrito). Acompanhe a seguir o passo-a-passo.
Dezessete passos para tranqüilizar a mente
1. Escolha um lugar calmo, onde você se sinta bem e confortável. É preferível que você medite sempre no mesmo espaço todos os dias – o hábito ajuda você a manter a prática diária.
2. Se desejar, pode fazer ao lado de um pequeno altar com imagens de sua devoção, cristais, flores e incenso. Mas, se você não tiver espaço para isso, não tem importância: sua prática não será prejudicada.
3. O melhor horário para fazer a meditação é logo ao acordar, depois da higiene matinal e antes do café da manhã. Logo cedo, a mente está mais calma. Nos momentos que antecedem a ela, procure deixar suas preocupações de lado e, principalmente, evite pensar nos compromissos do dia. Agora é hora de silenciar e ganhar energia.
4. Sente-se numa cadeira com as costas retas ou numa almofada mais dura com as pernas cruzadas, se tiver acostumado a isso. Ajuste o corpo e tente ficar relaxado.
5. Procure ficar com coluna reta, sem forçá-la. Assim as energias circulam corretamente em todo o corpo. No Oriente, o ser humano é considerado uma ponte entre o céu e a terra, e o bom posicionamento da coluna facilita a conexão entre as energias celestes e terrestres.
6. Encaixe a cabeça no topo da coluna. Traga o queixo um pouco para trás de modo que a cabeça fique em linha reta, nem inclinada para frente nem jogada para trás. Deixe a língua relaxada na boca, com a ponta 
 no céu da boca facilita a passagem da saliva. Coloque a mão direita sobre a esquerda e una a ponta dos polegares. Repouse as mãos nesta posição em seu colo. Agora, procure esvaziar a mente, sem se concentrar em nenhum pensamento.


7. Olhe para um ponto no chão a cerca de 1,5m a sua frente. Sua visão deve ficar imóvel. Uma das maneiras de tranqüilizar a mente é dar a ela um objeto de atenção fixo, como o olhar e a respiração. Nas meditações em grupo, um sininho ou um gongo anunciam o começo e o fim da prática. Em casa, ela começa quando você se sentir preparado para iniciá-la.
8. Preste atenção na sua respiração, no ar que entra e sai. Não interfira em seu ritmo, apenas preste atenção. A respiração será o seu apoio principal, as rédeas que vão controlar sua mente.
9. Se perceber que suas emoções ou pensamentos já voaram para longe, gentilmente, mas com firmeza, volte a atenção para a respiração. Quando perceber um pensamento, apenas diga para você mesmo: “Pensando”. Com essa “etiqueta mental”, você percebe que existe um espaço entre você e suas preocupações.
10. Ver seus pensamentos é uma ação inédita para sua mente. É como sair de um rio turbulento, turvo, e ver que você é muito mais do que ele. Algo se separa. Desta nova perspectiva, você pode perceber como esteve submerso no rio de suas idéias sem perceber.
11. Ao distanciar-se dos pensamentos e vê-los de longe como nuvens que passam, você perceberá o quanto a mente é espaçosa e cristalina. No começo, você terá essa sensação apenas em breves segundos. Depois, a sensação de calma e pureza começa a durar mais tempo. Consciente do espaço que existe entre você e sua atividade mental, você passa a observá-los – e assim eles se acalmarão. Você os verá de longe, como quem olha um cavalo que come sereno no pasto.
12.Os pensamentos ainda insistirão em voltar, são como um potro selvagem que não quer ser domado. Aquilo que chamamos ego quer retornar para assumir seus pensamentos e preocupações.
13. Continue apenas prestando atenção na respiração. Se pensar, coloque a etiqueta “pensando” e volte à respiração. Sinta o corpo ir relaxando, mas mantenha a postura. Depois do combate inicial, a tendência natural da mente é ir se aquietando, aquietando…
14. Comece a meditar entre dez e 15 minutos por dia. Chegue aos 20 e se conseguir, depois de algum período de prática, chegue aos 40 ou 50 minutos. Você também poderá praticar na hora de dormir por mais 20 minutos ou meia hora.
15. Você sairá da meditação em outro estado. As emoções e os pensamentos estarão mais tranqüilos e sua mente estará mais alerta. A acumulação dessa força fará muito bem a sua saúde. É como se você se encharcasse cada vez mais de boas e sutis energias.
16. Disciplina e constância são necessárias – a meditação é uma prática diária. Para isso acontecer, é preciso se convencer dos benefícios dela – e eles realmente acontecem ao longo do tempo.
17. Procure se ligar a algum grupo que pratique meditação ao menos uma vez por semana. Assim fica mais fácil manter a disciplina.
Texto:Liane Camargo de Almeida Alves

02 dezembro 2009

REFLEXÃO


Prática sem apego

[…] Se você, ao executar ações positivas — seguir um mestre, ouvir seus ensinamentos e colocá-los em prática — e ao abandonar ações negativas, se sentir satisfeito consigo mesmo, ou orgulhoso, e pensar: "Que boa ação eu fiz!"; esse tipo de apego é um grande defeito.

Você deve sempre estar completamente livre do apego e ver tudo como um sonho, uma ilusão. Embora você esteja seguindo um mestre, na verdade o mestre absoluto é o dharmakaya, que é a natureza da sua própria mente. O mestre externamente manifesto que você segue agora, ele mesmo é como um sonho. A emanação do corpo dele não é permanente e ele vai novamente deixar este mundo.

O verdadeiro mestre interior dharmakaya nunca se separa de você. Então mesmo se você — no nível relativo — segue um mestre, pratica e executa diversas ações positivas, você deve fazer isso sem nenhum apego, vendo tudo isso como ilusório por natureza.
Dilgo Khyentse Rinpoche (1910-1991)

25 novembro 2009

Presentes sob a Árvore Boddhi




Presentes sob a Árvore Boddhi



No episódio dos Simpson “She of Little Faith”, Lisa entra em crise com sua fé e se converte ao Buddhismo, o Reverendo Lovejoy tenta dissuadi-la dizendo que ela não pode mais celebrar o Natal porque “Papai Noel não deixa presentes embaixo da Árvore Boddhi”.
Então Lisa visita o “Templo Buddhista de Springfield” onde Lenny, Carl e Richard Gere estão meditando e recebe um conselho excelente:
Gere: … Buddistas respeitam a diversidade de religiões, consideram válida toda religião baseada no amor e compaixão.
Lisa: … Como é… ?! 
Gere: … É verdade. Então porque você não volta para casa? Estou certo que sua família sente sua falta.
Lisa: … Eu posso mesmo celebrar o Natal? 
Gere: … Você pode celebrar qualquer data. E, não esqueça, meu aniversário é 31 de agosto -

Então, se você ainda estava preocupada, relaxe… Você pode comer panetone e peru de Natal e ainda manter-se buddhista :-).
Mas seja rápida pois ambos estão sujeitos a impermanência e pode não sobrar um pedaço para você.
Já as tortas e bolos podem levar à compreensão que não existe uma diferença inerente entre um objeto de apego e um objeto de aversão, só depende de quantas fatias você já comeu…
Adaptado de “Can Buddhists Celebrate Christmas?”

17 novembro 2009

Budistas têm Escola Infantil no Brasil



O Instituto Caminho do Meio/Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB), dirigido pelo Lama Padma Samten e localizado em Viamão, está desenvolvendo o projeto de uma escola infantil. Diferentemente das outras instituições de ensino, que estão voltadas apenas para a educação das crianças, o projeto da comunidade budista está sendo pensado como um espaço que inclua o desenvolvimento das outras pessoas da comunidade (famílias e educadores) com paz e felicidade.
“Voltada para crianças de um a seis anos, a escola tem como eixos sustentadores valores como a responsabilidade universal, o bom coração e a interdependência entre os seres e o universo. Como fio condutor, utilizamos o auto-conhecimento”, disse o Lama Samten.

Ainda de acordo com o Lama Samten, os educadores desta escola são considerados facilitadores de cultura de paz e para tanto estudam, desenvolvem-se e relacionam-se através de exemplos, passando a mensagem da cultura de paz e do desenvolvimento mais humano de forma coerente para as crianças. A participação da comunidade budista que mora no Instituto Caminho do Meio e o envolvimento das famílias dos alunos são fundamentais para fortalecer a cultura de paz no cotidiano das crianças.



NOSSOS PRINCÍPIOS
"Criar e sustentar relações positivas com o mundo; eis o trabalho como caminho espiritual.” Lama Samten
Gerar a consciência dos méritos e da liberdade para saber sair das tensões.

"Aprendendo a gerar os méritos, poderemos ter êxito e recompensa em meio ao que quisermos!”




Nossa escola é um ambiente de aprendizagem para todos, nosso critério é o poder de crescermos integrados ao mundo,usando nossas ações cotidianas como exemplo, baseadas na ampliação da visão de mundo, na Compaixão.
O CORPO, O MUNDO SENSORIAL E AS RELAÇÕES
PROJETO 2009: As Quatro Estações, os Quatro Elementos da Natureza
Trabalhar os 5 temas dos ensinamentos do Darma, com atividades desenvolvidas em concordância com as Sabedorias dos 5 Diani Budas: Acolhimento, Equanimidade, Discriminação, Causalidade e Transcendência.


# Famílias presentes e aprendendo junto com as crianças e com o darma;


# Encontro Pedagógico e Estudo do Darma para professores;


#Encontro de facilitadores;


# Observação profunda do que acontece ao nosso redor...

"Ampliar a mente: é nesta direção que levaremos os meninos e meninas da escola.”

NOSSA ROTINA

Prece

Altar


Brincar Livre



Alimentação



Agroecologia


Atividades Dirigidas

29 outubro 2009

OM MANI PADME HUM






No caminho para monastério de Yangding, vemos OM MANI PADME HUM inscrito na montanha.



O mantra om mani padme hum é o som do Tibete. Ele está presente a todo momento. Pode ser visto à distância escrito nas pedras marcando lugares sagrados ou pontos importantes de passagens nas montanhas. Um mantra é a expressão sonora de uma divindade.
Om mani padme hum é o mantra de Tchenrezig - Avalokitesvara, em sânscrito - o Buddha da Compaixão.

fotos - Fernanda Lenz e Bel César

Link: Documentário Herança Espiritual




04 outubro 2009

Pratique a atenção plena...

- Antes de ler, pare um pouco, feche os seus olhos, inspire e expire profundamente... Uma vez, duas vezes, três vezes... Abra os olhos... Use a atenção plena. Pratique.





Sentado quietamente,
Nada fazendo,
A primavera vem,
A grama cresce por si.


Zenrin Kushû

20 setembro 2009

A VIDA É COMO UM PIQUENIQUE



A vida é como um piquenique em uma tarde de domingo -- ela não dura muito tempo. Só olhar o sol, sentir o perfume das flores ou respirar o ar puro já é uma alegria. Mas se tudo o que fazemos é ficar discutindo onde pôr a toalha, quem vai sentar em que canto, quem vai ficar com o peito ou a coxa do frango..., que desperdício! Mais cedo ou mais tarde o tempo fecha, a tarde cai e o piquenique acaba. E tudo o que fizemos foi ficar discutindo e implicando uns com os outros. Pense em tudo que se perdeu.

Você pode estar se perguntando: se tudo é impermanente, se nada dura, como pode alguém viver feliz? É verdade que não podemos, de fato, agarrar ou nos segurar às coisas, mas podemos usar esse conhecimento para olhar a vida de modo diferente, como uma oportunidade muito breve e rara. Se trouxermos à nossa vida a maturidade de saber que tudo é impermanente, vamos ver que nossas experiências serão mais ricas, nossos relacionamentos mais sinceros, e teremos maior apreciação por tudo aquilo que já desfrutamos.

Também seremos mais pacientes. Vamos compreender que, por pior que as coisas possam parecer no momento, as circunstâncias infelizes não podem durar. Teremos a sensação de que seremos capazes de suportá-las até que passem. E com maior paciência seremos mais delicados com as pessoas a nossa volta. Não é tão difícil manifestar um gesto amoroso quando nos damos conta de que talvez nunca mais estaremos com a nossa tia-avó. Por que não deixá-la feliz? Por que não dispor de tempo para ouvir todas aquelas histórias antigas?

Chegar à compreensão da impermanência e ao desejo autêntico de fazer os outros felizes nesta breve oportunidade que temos juntos, constitui o começo da verdadeira prática espiritual. É esse tipo de sinceridade que efetivamente catalisa a transformação em nossa mente e em nosso ser.

Não precisamos raspar a cabeça nem usar vestes especiais. Não precisamos sair de casa nem dormir em uma cama de pedras. A prática espiritual não requer condições austeras -- apenas um bom coração e a maturidade de compreender a impermanência. Isso nos fará progredir.
Chagdud Tulku Rinpoche, em "Portões da Prática Budista".
Retirado do Blog: Sansara

27 agosto 2009

Stupa de Gyangtse, construída em 1442

DOCUMENTÁRIO HERANÇA ESPIRITUAL

A stupa tem 108 pequenos templos, com estátuas e pinturas de todas as divindades do Budismo Tibetano, como esta ...
[22+agosto+2.jpg]

"A PAZ INTERNA É A BASE MAIS SÓLIDA PARA A PAZ MUNDIAL" T.Y.S. LAMA GANGCHEN
FUNDADORES
outras imagens e mais informações sobre o documentário no blog .... Documentário Herança Espiritual

09 agosto 2009

DOCUMENTÁRIO HERANÇA ESPIRITUAL




LAMA MICHEL

Lama Michel Rinpoche


LAMA MICHEL RINPOCHE -

"Uma tradição espiritual se mantém viva não apenas pelo conhecimento, mas principalmente pela transformação interior que vem como resultado da prática espiritual baseada na transmissão de experiência e conhecimento de mestre a discípulo.


Quer saber mais sobre este projeto, clique aqui.


Sobre a Fundação Lama Gangchen para a Paz, clique aqui.

LAMA GANGCHEN - UM PORTA-VOZ DA PAZ

Lama Gangchen Rinpoche